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CAMPANHA DA FRATERNIDADE ECUMÊNICA 2010
Tema: Economia e Vida
Lema: “Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” (Mt 6, 24)
FUNDO ECUMÊNICO DE SOLIDARIEDADE (FES)
CRITÉRIOS PARA APROVAÇÃO DOS PROJETOS
HISTÓRICO:
A generosidade de espírito de D. Hélder Câmara encontra a forma
adequada de expressão de suas utopias na criação da Conferência
Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Conselho Episcopal
Latino-americano (CELAM) e da Cáritas Brasileira. Seu sonho do mundo
sem fome e da Igreja construtora de uma sociedade justa e fraterna
vai tomando forma nas Campanhas da Fraternidade (CF) que, desde
1964, chamam a Igreja para refletir sobre sua missão no mundo e seu
serviço aos pobres.
Em 1972, os temas da CF passam a ser definidos a partir das
sugestões de todas as dioceses, paróquias e comunidades espalhadas
nos quatro cantos do Brasil recolhidas no processo de avaliação do
resultado da CF realizada. Essa ampla participação foi ampliando o
espectro da CF, fazendo com que ela se voltasse para o enfrentamento
aos desafios sociais, econômicos, políticos, culturais e religiosos
à luz do evangelho e suscitou práticas de penitências diante de
situações de exploração, abuso e violência. A cada ano, a CF sugere
temas e gestos concretos para a reflexão, estudo e atuação de seu
povo na realidade de sua comunidade e da sociedade.
A partir de 1973, iniciou um período de reflexão, onde a igreja
preocupa-se com a realidade social do povo, denunciando o pecado
social e promovendo a justiça (vaticano ii, medellín e puebla).
Denuncia o egoísmo e afirma que a partilha é expressão do amor:
repartir o pão, a importância da Comunidade, a família e o trabalho
são alguns dos temas que marcaram esse período. Passando nos anos
seguintes a se preocupar com os problemas de políticas públicas:
Migração, Saúde, Educação, Violência, Defesa da Vida, Fome,
Conflitos de terra, Abandono de Crianças e Adolescentes, Juventude,
Racismo e Preconceito, Violência contra a Mulher, Moradia, água
dentre outros.
Com a chegada do jubileu no ano 2000, a Campanha da Fraternidade da
outra demonstração de amadurecimento com as questões que afligem a
humanidade e o CONIC (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do
Brasil) assume o desafio de realizar uma campanha ecumênica, com o
tema: Dignidade Humana e Paz, uma experiência impar de dialogo, de
participação e de vivência da fé Cristã, desde então o CONIC
realiza de cinco em cinco anos a Campanha da fraternidade Ecumênica,
que neste ano chega na sua terceira edição com o Tema: Economia e
Vida.
Como gesto de solidariedade da Igreja para com os mais pobres, em
1998, a CNBB instituiu o Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) que,
desde então, passa a receber 40% do valor da coleta realizada nas
paróquias no Domingo de Ramos. O dinheiro da coleta é utilizado para
financiar gestos concretos decorrentes de âmbito nacional e
regional da CF.
Como gesto profético em favor da transparência na gestão de recursos
públicos, a CNBB institui um conselho para gestão do Fundo de
Solidariedade e sugere que igrejas locais criem Fundos e Comissões
de Fundos Diocesanos de Solidariedade para fazer a gestão dos 60% da
coleta do Domingo de Ramos destinados ao financiamento de projetos
das comunidades no âmbito da Diocese.
FUNDO ECUMÊNICO DE SOLIDARIEDADE:
Pela terceira vez, a coleta da solidariedade em 2010 será realizada
em todas as Igrejas do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC)
pela terceira vez ecumênica e terá como tema “Economia e vida” e
lema: “Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” (Mt 6,24c)
A coleta é uma das formas de expressão da vivência fraterna entre os
cristãos, que considera os irmãos e irmãs mais excluídos e
manifesta-lhes o seu amor. Seu objetivo é arrecadar recursos para
apoiar projetos sociais que promovam “uma economia a serviço da
vida, sem exclusões, contribuindo na construção de uma cultura de
fraternidade e paz”.
O Fundo Ecumênico de Solidariedade (FES), assim como o FNS é
constituído por 40% da coleta nacional e também das doações livres e
voluntárias dos membros das comunidades eclesiais e de outras
pessoas de boa vontade. Em 2010 as doações serão destinadas ao apoio
de iniciativas de desenvolvimento de uma economia fundada na
solidariedade, com práticas de cooperação entre as pessoas e de
convivência harmoniosa com a terra. A campanha vai do início da
Quaresma até o domingo que antecede a Páscoa.
Em 2010 o Fundo Ecumênico de Solidariedade será coordenado pelo
Conselho Gestor das igrejas membro do Conic, e terá a gestão
político pedagógica da Cáritas Brasileira e da Fundação Luterana de
Diaconia. As mesmas se incumbirão do recebimento, análise e
recomendações sobre os projetos apresentados ao Conselho Gestor
Ecumênico e posteriores encaminhamentos.
Os projetos deverão ter vinculação direta com o tema Economia e
Vida e estar voltados para os segmentos mais empobrecidos da
sociedade brasileira. As organizações devem explicitar essa
vinculação na justificativa e/ou na proposta do projeto, conforme
orientação neste roteiro de projetos da CF 2010 Ecumênica.
Serão consideradas as propostas que visem mobilizar a sociedade em
torno de alternativas para a superação das mais variadas formas de
exclusões econômicas.
Para uma visão mais completa sobre o tema, consultar o Texto Base da
Campanha da Fraternidade 2010 Ecumênica.
PRINCÍPIOS ORIENTADORES DO FUNDO DE SOLIDARIEDADE:
Para a apresentação de projetos os/as interessados/as deverão
observar o Documento Base da Campanha da Fraternidade, de modo
especial o capítulo “AGIR” (pág. 119-126). Deverão ainda:
a) Garantir a transparência na gestão e na aplicação
dos recursos da coleta da solidariedade indicando como pretende
tornar público a prestação de contas e a divulgação dos resultados
da ação planejada.
b) Zelar para que os recursos sejam aplicados sob a ótica da
caridade libertadora, promovendo a autonomia dos grupos,
comunidades, associações, pastorais e movimentos sociais envolvidos
e beneficiados na ação.
c) Fortalecer a cultura e a prática da partilha e da
solidariedade. Segundo os Atos dos Apóstolos, nas primeiras
Comunidades Cristãs tudo era colocado em comum, não havendo
necessitados entre eles. Assim a destinação da Coleta tem por
objetivo buscar este ideal de solidariedade.
d) Reconhecer as pessoas e entidades envolvidas no projeto
como sujeitos de direito, e incentivar a troca de experiência e a
partilha com outros grupos e entidades.
e) Criar alternativas de acesso a recursos públicos para
promover os direitos de educação, saúde, moradia e demais direitos
fundamentais da pessoa humana assegurados na Constituição Federal.
Atenção para que o recurso recebido do Fundo de Solidariedade não
financie atividades que, por lei, sejam de responsabilidade do
Estado.
f) Organizar suas ações em harmonia com o meio ambiente e em
sintonia com a dignidade das pessoas e com práticas de
sustentabilidade social, ecológica e econômica.
g) Substituir a cultura do clientelismo e da dependência por
uma nova cultura de grupo, comunidade, associação, pastoral ou de
movimento, com práticas assentadas em metodologias participativas e
na “pedagogia libertadora” (Paulo Freire), valorizando o
protagonismo das pessoas e dos grupos em situação de
vulnerabilidade.
h) Demonstrar que “um mundo novo é possível” e que ele nasce
no aqui e agora, na solidariedade com os/as excluídos/as e entre
eles.
i) Celebrar cada um dos momentos que tece, no presente, a
rede de solidariedade e defesa da dignidade humana, defendendo a
vida, ainda que pequenina, na promessa de vivê-la em abundância,
como quer Jesus Cristo.
DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO, ANÁLISE E APROVAÇÃO DOS PROJETOS EM
2010:
Em 2010, serão considerados os projetos que tenham dentre seus
objetivos o fortalecimento da família e da comunidade como espaços
privilegiados na defesa da vida e no acesso aos direitos de uma
economia de solidariedade, de partilha, que atenda a segmentos mais
excluídos.
Todos os projetos deverão contemplar os 3 eixos abaixo indicados,
ressaltando um foco principal num deles
EIXO 1: FORMAÇÃO e CAPACITAÇÃO
Neste eixo, serão observados os projetos que estejam orientados para
processos formativos que fortaleçam a perspectiva de um outro tipo
de economia visando desenvolver a vida humana em todas as suas
dimensões:
·
Projetos de formação, para compreensão do modelo de economia
excludente; seus mecanismos, seus efeitos;
·
Projetos de formação para compreensão de outros projetos que apontem
alternativas ao modelo econômico atual;
·
Projetos de formação de valores de solidariedade que se contraponham
aos valores de relações sociais que acentuam as desigualdades;
·
Projetos de capacitação para participação cidadã, auto-gestão,
gestão compartilhada absorção de tecnologias alternativas, bem como
diferentes
formas
de assistência técnica;
·
Projeto de formação de Redes de Educadores para uma outra economia e
suas metodologias;
·
Projetos de formação em rede de agentes de desenvolvimento das
comunidades;
·
Projetos de formação para desenvolvimento territorial voltado para
preservação e o cuidado com os biomas e o resgate, valorização e
fortalecimentos modos de vida dos povos e comunidades tradicionais.
EIXO 2: MOBILIZAÇÃO PARA CONQUISTA E EFETIVAÇÃO DE DIREITOS
Neste eixo, serão observados os projetos que criem condições para
que as comunidades e grupos populares exerçam seu papel protagônico
a partir de:
·
Projetos de Campanhas e mobilizações que confrontem a lógica
excludente do modelo econômico atual, à exemplo de mobilizações
contra a Dívida Externa, Agro-negócio; modelo energético,
monocultura, consumismo, privatizações, agro-tóxicos, Financiamentos
Públicos ao Grande capital, etc.;
·
Projetos de conquista de direitos que apontem possibilidades de
outro desenvolvimento, a exemplo de mobilizações a favor do direito
à alimentação, defesa da agroecologia, defesa da agricultura
familiar, defesa da limitação da propriedade da terra, da Reforma
Agrária, defesa de direitos, dos povos indígenas, ribeirinhos,
quilombolas, catadores de materiais recicláveis, defesa do meio
ambiente, bacias hidrográficas, Reformas Tributárias que desonerem
os pobres, reconhecimento da Economia Solidária, sistema de finanças
solidárias, sistema de comércio justo, direito ao cooperativismo
popular e solidário, etc.;
· Projetos de Controle Social, sobre políticas públicas,
conselhos de desenvolvimento local, de economia solidária, de
segurança alimentar; de centros públicos de economia solidária,
emergências;
EIXO
3: SUPERAÇÃO DE VULNERABILIDADE ECONÔMICA E GERAÇÃO DE RENDA
Neste eixo, serão observados os projetos que colaborem com as
comunidades e movimentos sociais, introduzindo a solidariedade e o
respeito à diversidade étnica, cultural e religiosa como elementos
fundamentais na economia, na geração de renda e no desenvolvimento
local.
Serão considerados, ainda, os projetos de geração de trabalho e
renda na perspectiva da economia solidária (autogestão e redes
produtivas) que incorporem:
·
Redes de produção, comercialização e consumo solidários;
·
Redes de Fundos Rotativos Solidários, de bancos comunitários, de
cooperativas de crédito, de micro-crédito solidário;
· Experiências de gestão compartilhada de projetos com
recursos públicos de desenvolvimento local e fomento à economia
solidária;
· Processos e práticas de feiras comunitárias para
comercialização;
· Produção de alimentos orgânicos e cuidados com o meio
ambiente;
· Apoio a grupos de famílias para produção e fornecimento de
alimentos para merenda escolar;
· Apoio a iniciativas agroecológicas coletivas, de cultivo e
recuperação do meio ambiente
Critérios gerais:
A Fundação Luterana de Diaconia e a Cáritas Brasileira receberão os
projetos e farão os procedimentos de cadastro, averiguação
técnica de cada projeto e uma primeira análise. Após esse processo,
os projetos serão apresentados ao Conselho Gestor do Fundo Ecumênico
de Solidariedade, para análise final.
As propostas deverão ser apresentadas conforme roteiro específico da
CF 2010-Ecumênica (ver em anexo);
1) Serão priorizados projetos que forem apresentados por
grupos ecumênicos; projetos de caráter inovador; projetos de
potencial multiplicador; projetos de articulação e mobilização de
bases;
2) Iniciativas apresentadas por igrejas, grupos
eclesiais/ecumênicos e pastorais locais deverão apresentar
indicativos de esforços de complementação das comunidades religiosas
locais especialmente dos 60% arrecadados na coleta local do dia 28
de março 2010;
3) Todos os projetos deverão conter contrapartidas locais,
regionais, nacional, monetárias ou não, e formas de
complementaridade e continuidade das ações;
4) Os projetos devem responder a problemas ou necessidades das
comunidades, grupos sociais e/ou do conjunto de comunidades e/ou
segmentos de excluídos;
5) Os projetos locais deverão ser elaborados e executados com
a participação efetiva dos grupos beneficiários de base;
6) Os projetos de articulação, mobilização e animação de
várias bases microrregionais, estaduais, nacionais deverão ser
elaborados e executados por lideranças e agentes de organizações e
movimentos proponentes;
7) O orçamento do projeto deve ser claro e compatível com as
atividades propostas e conter metodologia bem definida;
8) Devem ser garantidos mecanismos de acompanhamento e
avaliação. No caso de projetos de base local, indicar a organização
que fará esse acompanhamento. No caso de projetos de articulação,
mobilização e animação por várias organizações, indicar eventos de
monitoramento, avaliação e relatórios com responsáveis;
9) Os projetos deverão ser enviados via internet, correio
comum e/ou entregues diretamente na sede da Cáritas ou Fundação
Luterana de Diaconia, devidamente assinados.
10) A realização de quatro reuniões do conselho gestor para
aprovação de projetos está condicionada à disponibilidade de
recursos do Fundo Ecumênico de Solidariedade.
11) A Cáritas Brasileira e a Fundação Luterana receberão projetos
durante todo o ano de vigência do FES, porém a cada reunião entrarão
para analise do conselho, os projetos que chegarem com no mínimo 15
dias uteis de antecedência a reunião do conselho gestor (datas
divulgadas em anexo)
Quem pode enviar
projetos?
Grupos organizados, sindicatos, associações, pastorais, igrejas,
movimentos, articulações, fóruns, entidades de apoio que tenham
experiência de trabalho popular e que estejam habilitadas a
trabalhar com as temáticas específicas do Fundo e com os segmentos
sociais empobrecidos.
OBS: O projeto a ser encaminhado deverá informar o CNPJ da
instituição juridicamente responsável pela execução da proposta.
Valores máximos que o Fundo ECUMÊNICO Nacional poderá apoiar
Projetos de âmbito local: até R$ 10.000,00
Projetos de âmbito regional: até R$ 20.000,00
Projetos de várias Dioceses/Sínodo ou presbitérios de um Estado:
até R$ 35.000,00
Projetos de âmbito nacional: até R$ 50.000,00
OBSERVAÇÕES:
1.
Cabe à
Cáritas Brasileira e a Fundação Luterana de Diaconia solicitar
informações e realizar negociações pedagógicas que favoreçam o
aperfeiçoamento dos projetos junto aos proponentes, observando os
critérios gerais e os critérios específicos temáticos.
2.
Cabe ao
Conselho Gestor Ecumênico aprovar integral e/ou parcialmente os
projetos, considerando garantir as condições adequadas para sua
execução.
3.
Gastos com
manutenção institucional, equipamentos; veículos, imóveis podem ser
incluídos no projeto, considerando a sua compatibilidade com os
objetivos, especificidades, complementaridades, recursos públicos
envolvidos e garantia de continuidade.
CARTA DE APRESENTAÇÃO E/OU RECOMENDAÇÃO:
Todos os projetos deverão ter carta de apresentação e/ou
recomendação do Bispo, ou Pastor Sinodal ou Presbítero ou autoridade
eclesiástica correspondente.
A QUEM ENVIAR OS PROJETOS:
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FUNDO ECUMÊNICO DE SOLIDARIEDADE
CÁRITAS BRASILEIRA
SDS - Ed. Venâncio III – sala 410
70393-902 – BRASÍLIA/DF
Fones: (61) 3214-5400 – 3214-5418/5423
Fax: (61) 3214-5404
www.caritas.org.br
|
FUNDAÇÃO LUTERANA DE DIACONIA
Rua Dr. Flores, 62 – sala 901
90020-120 - PORTO ALEGRE/RS
Fone: (51) 3225-9066 Fax: (51) 3225-9066
www.fld.com.br. |
COMPOSIÇÃO DO CONSELHO GESTOR DO FUNDO ECUMÊNICO DE SOLIDARIEDADE
1) Luiz Alberto Barbosa - CONIC
2) Sônia Antunes Minder - Igreja Católica Apostólica Romana
3) Elinete Paes Miller - Igreja Presbiteriana Unida
4) Joanilson Pires do Carmo - Igreja Sirian Ortodoxa Antioquia
5) Francisco de Assis da Silva - Igreja Episcopal Anglicana
6) Romi Márcia Bencke - Igreja Evangélica de Confissão
Luterana no Brasil
7) Maria Cristina dos Anjos - Cáritas Brasileira
8) Carlos Gilberto Bock - Fundação Luterana de Diaconia
Calendário de reuniões do Conselho Gestor:
- 17 fevereiro: Abertura Oficial da CFE 2010
- 05 de Abril: Abertura para recebimento de projetos
- 08 e 09 Junho: 1ª Reunião do Conselho Gestor(Brasília)
- 10 e11 Agosto: 2ª Reunião do Conselho Gestor (Brasília)
- 07 e 08 Outubro: 3ª Reunião do Conselho Gestor(Porto Alegre)
- 02 e 03 de Dezembro: 4ª Reunião do Conselho Gestor( Brasília)
ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO
1. TÍTULO DO PROJETO:
1.1) INSTITUIÇÃO PROPONENTE (CAMPOS DE PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO)
Nome da Instituição:
___________________________________________________________
Responsável pela entidade:
________________________________________________________
CNPJ: _______________________
Banco (nome do banco): ________________ Agência:__________
Conta:_________________
CPF do/a responsável pela
entidade:________________________________________________
Responsável pelo Projeto:
_________________________________________________________
Endereço:
_____________________________________________________________________
CEP:
__________________Cidade: _____________________ Estado_____________
Telefone: ________________Fax:____________ E-mail:
_______________________________
INSTITUIÇÃO RESPONSÁVEL (Juridicamente)
2. (Indique
os dados da instituição que será responsável por receber os recursos
do projeto, caso não seja a Instituição Proponente. Lembre-se, ela
precisa ter CNPJ e conta bancária e ser de confiança do Grupo
Proponente para que os recursos sejam aplicados conforme o projeto).
3. Nome da Instituição
_______________________________________________________
CNPJ: _______________________
Responsável pela Entidade Proponente:
_____________________________________________
Banco (nome do banco): _____________ Agência:__________
Conta:________________________
Endereço:
_____________________________________________________________________
CEP:
__________________Cidade: _____________________ Estado_____________
Telefone: ________________Fax:____________ E-mail:
________________________________
2.1) Natureza da Instituição
( ) Diocese/Sínodo/Presbitério; ( ) Grupo Organizado; ( ) ONG;
( ) Pastoral; ( ) Fórum;
( ) Rede;
( ) Paróquia; ( ) Organismos Ecumênicos; Outra: ___________
Arqui/diocese/Sínodo/Presbitério (Nome da Instituição):
_______________________________
2.3) Descrição da entidade proponente -
Conte um pouco da história da Entidade: (máximo 1 página)
3) Apresentação sintética do projeto -
O que vai ser feito? Por que, com quem, como e onde? (máximo ½
página)
4) Justificativa
(Aqui deverá ser informado qual a importância do projeto para a
comunidade/ local)
5) Objetivos
Geral:
O que se quer alcançar com o projeto?
Específicos:
A curto prazo, o que o grupo quer alcançar com o projeto?
6) Atividades
Quais as ações que serão desenvolvidas no período de execução do
projeto?
7) Classificação do projeto (marque
um X na classificação que o projeto se enquadra. Os projetos são
classificados em função da abrangência de sua atuação: local,
diocesana, regional da CNBB e nacional.
Projetos de âmbito local: até R$ 10.000,00
Projetos de âmbito regional: até R$ 20.000,00
Projetos de várias Dioceses/Sínodo ou presbitérios de um Estado:
até R$ 35.000,00
Projetos de âmbito nacional: até R$ 50.000,00
8) Área de Abrangência Temática
( ) EIXO 1: FORMAÇÃO e CAPACITAÇÃO
( ) EIXO 2: MOBILIZAÇÃO PARA CONQUISTA E EFETIVAÇÃO DE DIREITOS
( ) EIXO 3: SUPERAÇÃO DE VULNERABILIDADE ECONÔMICA E GERAÇÃO DE
RENDA
9. Período de Execução (PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO)
Data de início previsto ____/____/_____ Data do término previsto
_____/____/____
10. Descrição das pessoas e grupos a serem beneficiados
9.1) Indiquem a quantidade de pessoas por gênero
Nº de homens ________ Nº de mulheres _________
9.2) Indique a quantidade de pessoas por geração
Nº de Crianças e adolescentes ________ Nº de Jovens _________ Nº de
Adultos _______
Nº de idosos ________
9.3) Indique a quantidade de pessoas por etnia
Nº de Negros _________ Nº de Brancos _______ Nº de índios ______
Nº de asiático______
Nº de pessoas de outras etnias _________
11. Metas
Ao final do projeto quais os resultados esperados?
12. Metodologia
Como vocês vão se organizar para realizar as atividades?
Como as atividades serão realizadas?
13. Orçamento (PREENCHIMENTO OBRIGATÓRIO)
EXEMPLO de orçamento:
Importante:
§ O orçamento do projeto deve ser elaborado nos moldes do exemplo
abaixo;
§ Quando houver gastos com compra de equipamentos, apresentar
orçamento de três casas comerciais;
§ Em caso de projetos produtivos, é necessário o envio de estudo
de viabilidade econômica, ou seja, apresentar os cálculos que
demonstram que o projeto vai trazer retorno para o grupo;
§ Apresentar no orçamento todas as despesas: descrição dos gastos
previstos com o Projeto na sua totalidade, mesmo os que não venham a
ser cobertos por este Fundo.
§ É recomendável que o projeto apresente contrapartida (monetário
ou não)
|
Atividade |
Itens de despesas |
Especificação (meses, kg, litros, etc.) |
Qtde |
Valor Unitário (R$) |
Valor do Projeto (R$) |
Solicitação FES |
Contrapartida FDS |
Outras fontes |
|
Curso a |
Hospedagem |
Diárias |
20 |
15,00 |
300,00 |
200,00 |
100,00 |
- |
|
Curso a |
Alimentação |
Refeições |
60 |
3,00 |
180,00 |
90,00 |
- |
90,00 |
|
Curso b |
Hospedagem |
Diárias |
20 |
15,00 |
300,00 |
200,00 |
100,00 |
- |
|
TOTAL |
780,00 |
490,00 |
200,00 |
90,00 |
14. Monitoramento e Avaliação
Como vocês vão se organizar para acompanhar a realização das
atividades do projeto?
Com quem e como será feita a verificação – avaliação do resultado
das atividades?
15. Continuidade:
Quais as propostas de continuidade do projeto.
16. RELATÓRIOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS
(Deverá ser apresentado até três meses após o encerramento do mesmo)
- A prestação de contas deverá ser acompanhada do parecer
de execução da comissão do FDS ou do Bispo, se o projeto for de
âmbito local ou diocesano. Ou do Bispo ou do Regional da CNBB, se
for de âmbito regional ou nacional.
- O roteiro para prestação de contas (de atividade e
financeira) seguirá junto ao contrato quando do envio dos recursos.
- Esclarecer o período em que se apresentarão à Cáritas os
respectivos relatórios e prestação de contas com cópia dos recibos e
notas.
17.
ASSINATURAS
Local, data e assinaturas dos responsáveis.
OBS: PARA ENVIAR OS PROJETOS
Ø Os projetos a serem analisados pelo Conselho Gestor do
FES deverão chegar a Cáritas Brasielira – Secretariado Nacional ou a
Fundação Luterana com 15 dias úteis de antecedência da data de cada
reunião.
Ø As datas das reuniões e demais informações podem ser
obtidas nos sítios:
www.cnbb.org.br;
www.caritas.org.br ou
www.fld.com.br
Ø O Projeto deverá ser enviado por e-mail e pelo correio
com carta de recomendação original ao FUNDO ECUMÊNICO DE
SOLIDARIEDADE em um dos seguintes endereços:
|
FUNDO ECUMÊNICO DE SOLIDARIEDADE
CÁRITAS BRASILEIRA
E-mails:
projetos@caritas.org.br ;
fns@caritas.org.br
Endereço:
SDS - Ed. Venâncio III – sala 410
70393-902 – BRASÍLIA/DF
Contatos:
Setor de Projetos: Ivone Braga e Leônia Marques.
Fones:
(61) 3214-5400 (geral) 3214-5418/5423 (direto) Fax:
(61) 3214-5404
Site:
www.caritas.org.br |
FUNDAÇÃO LUTERANA DE DIACONIA
Email:
fld@fld.com.br
Endereço:
Rua Dr. Flores, 62 – sala 901
90020-120 - PORTO ALEGRE/RS
Fone:
(51) 3225-9066 Fax: (51) 3225-9066
Site:
www.fld.com.br. |
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