Amado, amada
de Deus,
tenho sede
dos Direitos
Humanos!
Fiquei
estarrecido
quando tomei
conhecimento
do Programa
Nacional de
Direitos
Humanos (DH),
elaborado
pelo
governo.
Antigamente
quando se
falava em DH
se entendia
falar de
moradia,
comida,
saúde,
educação,
liberdade,
vida... Sem
desconhecer
os elementos
positivos
que este
Programa
possui, hoje
DH é
abortar,
prostituir-se,
casar-se
homem com
homem,
mulher com
mulher,
tirar
símbolos
religiosos
de ambientes
públicos,
invadir
terra,
censurar
imprensa,
arrancar os
defuntos da
ditadura
militar...,
sem falar
nos outros
500 artigos
deste
malfadado
projeto dos
DH.
Não sei se
você
acompanha
este debate;
não sei se
lhe
interessa
este
assunto.
Mas, ao
menos, saiba
que estes DH
do governo
desagradaram
os
militares, a
imprensa, os
homens do
agronegócio,
a OAB, a
igreja,
nossa mãe, e
uma outra
série de
entidades
que tem
consciência
e sempre
apoiaram os
verdadeiros
e não os
pseudos DH.
Como foi
assinado
próximo ao
natal,
poderia ser
confundido
com um belo
presente de
Natal. No
entanto,
veio como um
terremoto
devastador,
tipo aquele
do Haiti,
derrubando
valores,
tirando
direitos de
quem os
tinham e
dando
direitos a
quem não os
tem.
Deste tipo
de DH,
amado, amada
de Deus, ao
invés de ter
sede, tenho
medo dos DH
do governo
brasileiro.
A igreja não
perdeu e não
pode perdeu
o seu
profetismo,
característica
que lhe é
própria,
adquirida
com sangue e
suor de
muitos. Não
pode ficar
calada
quando uma
pessoa é
ferida ou
desrespeitada
em sua
dignidade e
nos seus
direitos
inalienáveis.
Você, amado,
amada de
Deus,
conhece os
clássicos DH?
Você conhece
estes novos
DH? Leia, se
informe,
conheça e se
alie a nós
na defesa
dos
verdadeiros
DH, contra
toda essa
ideologia
travestida
de DH. Que
nossa
Senhora da
Luz ilumine
a cabeça e o
coração dos
homens e das
mulheres na
busca da
defesa dos
reais DH.
Um bom dia e
fique com
Deus!
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães