Este final
de semana
passado,
realizou-se,
aqui em São
Raimundo
Nonato, a
assembléia
eletiva da
Pastoral da
Criança.
Hoje temos
uma nova
coordenação:
nova
coordenadora,nova
equipe, nova
força, nova
vida.
Ao mesmo
tempo em que
nos
despedimos
da
coordenação
que até
agora
conduziu com
espero a
Pastoral da
Criança em
nossa
Diocese, é
hora de dar
boas vindas
à nova
coordenação.
Agradecido
pelo
trabalho da
Irmã Justina
e de sua
equipe,
agora é hora
de acolher a
nova
coordenadora
e sua
equipe: Irmã
Beatriz.
Partida e
chegada,
chegada e
partida. O
mesmo trem
da chegada é
o mesmo trem
da partida.
Partida e
chegada que
transformam.
Ao mesmo
tempo em que
se diz
“obrigado”
para quem
sai,
deseja-se
“boa vinda”
para quem
chega!
Dados nos
são
repassados
que, ao
mesmo tempo
em que nos
alegra, nos
desafia:
diminui
consideravelmente
o número de
gestantes e,
por
conseguinte,
o número de
crianças;
mas diminui
também o
número de
lideres e
voluntários.
Diminui o
trabalho!
Melhor
assim. Mas
aumenta a
responsabilidade,
o
compromisso
e a missão
de atender a
mais
crianças
pobres e
carentes.
Com todas
estas
mudanças,
amado, amada
de Deus, só
resta
realizar
aquilo que
ainda é um
sonho:
cobrir todo
o território
da diocese
ainda não
atingido com
as ações da
Pastoral da
Criança;
aumentar o
número de
crianças
pobres
atendidas em
suas
necessidades
básicas;
aumenta o
amor, o
ardor e a
vontade de
estancar a
sangria da
desistência
e do
abandono de
tantas
lideranças.
Bem sei,
amado, amada
de Deus, que
o culto aos
animais está
em moda. Com
todo o
respeito que
tenho pelos
animais, mas
fico triste
ver pessoas
cuidando
mais de
animais do
que de
crianças. É
bem verdade
que são
Francisco
chamava os
animais de
irmãos, mas
também é
verdade que
Deus enviou
codornizes
para matar a
fome do povo
hebreu no
deserto.
Negar
direitos aos
embriões
humanos, ao
nascituro,
as crianças
e a vida em
idade
avançada, em
nome de
outros
seres, é
cometer um
sacrilégio.
É hora de
celebrar
mais a vida;
de crescer
na mística e
na
espiritualidade;
de capacitar
novas
líderes; de
aumentar o
número de
voluntários;
de
acompanhar
mais
crianças e
mais
gestantes;
de formar
mais
discípulos
missionários
para a
Pastoral da
Criança. É
hora de
fazer um
mutirão em
buscar de
mais gente,
mais
recursos,
mais
crianças,
mais
gestantes e
mais
líderes. É
hora de
escolher e
eleger
pessoas mais
comprometidas
com a vida,
desde o
nascituro
até á morte
natural. É
agora a hora
da vida. É
hora do
momento
vida. É hora
da escola da
vida. É hora
da Pastoral
da Vida, a
Pastoral da
Criança.
Um bom dia e
fique com
Deus.
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães