“Nossos
políticos
nos visitam”.
Como
recebê-los?
O que dizer
a eles? Bem,
a campanha
está nas
ruas. O
clamor por
ética na
política
também está
nas ruas. O
Brasil está
cheio de
políticos
eleitos pelo
velho
sistema, às
vezes, até à
revelia das
leis
eleitorais
vigentes:
compra de
votos, votos
de cabresto,
grotões e
currais
eleitorais,
coronelismos.
Candidatos
com fichas
sujas eram
eleitos sem
o menor
constrangimento
e
dificuldade.
Estas, e
outras mais,
causam
indignação,
perplexidade,
escândalo,
desconfiança
e descrença
na classe
política. É
por isto que
chega-se a
afirmar por
aí que “a
arte de
“politicar”
é a arte de
enganar”.
Não é do
nosso desejo
que isto
continue a
se repetir
sem que haja
uma mudança.
Está na hora
de mudar.
Por causa do
Projeto
Ficha Limpa,
nos
tribunais
eleitorais
trava-se uma
verdadeira
batalha para
a
homologação
das
candidaturas
de
candidatos
com fichas
sujas. Mesmo
que passam
pelos
tribunais,
não devem
passar pelas
urnas, com
os nossos
votos.
A política,
amado, amada
de Deus, é
como um
tempo de
estágio:
todo eleitor
é um
estagiário,
um aprendiz
da arte de
votar e
votar bem.
Eleição é
decisão.
Eleição é
votação.
Eleição é
escolha
livre e
consciente,
através do
voto. É
eleito quem
foi votado e
bem votado,
quem teve
maioria.
Posso dizer
sem medo de
errar: o
povo está
sofrendo por
falta de
políticas
públicas.
Tem gente se
perpetuando
no poder,
achando que
isto é
política;
tem gente
abusando do
poder,
achando que
isto é
política;
tem gente
fazendo da
política uma
“profissão”,
achando que
isto é
política;
tem gente
mandando e
dominando,
achando que
isto é
política;
tem gente se
enriquecendo,
achando que
isto é
política;
tem gente
praticando o
nepotismo,
achando que
isto é
política;
tem gente
tirando
proveito do
bem-comum e
todos os
benesseres
do poder
político,
achando que
isto é
política;
tem gente
falando mal
dos outros,
achando que
isto é
política...
Por isto,
amado, amada
de Deus,
tenho sede
de poder
para
honestos.
Você também
deve ter
esta mesma
sede. Se
para
qualquer
outro cargo
no serviço
público é
exigido do
cidadão
comum ficha
limpa, por
que não
exigir o
mesmo de
quem vai
legislar ou
governar o
bem-comum?
Lembre-se,
amado, amada
de Deus, que
nossos
governantes,
de qualquer
espera, são
servidores
públicos.
Um bom dia e
fique com
Deus.
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães