Como você,
sabe, estou
aqui em
Brasília,
participando
da nossa
Assembleia
da CNBB.
Quando
começa o mês
de maio há
na igreja
uma
verdadeira
explosão de
manifestações
religiosas,
de carinho e
de apreço
para com
Maria, a mãe
de Jesus e
nossa mãe, a
ponto de se
apelidar: o
mês de maio
é o mês de
Maria. Na
verdade, é
bondade do
povo de Deus
para com
Maria. E tem
razão porque
Maria é a
mãe de todos
os viventes.
O documento
de Aparecida
não falta
muito de
Maria.
Também não
era esta a
sua missão.
Fala apenas
20 vezes,
mas fala na
hora certa e
do jeito
certo. No
número um
reconhece a
presença, a
acolhida, o
cuidado o
amparo de
Maria na
vida da
igreja, como
na dobra do
manto de são
João Diego.
E termina,
no número
554,
portanto, o
ultima
número do
documento,
afirmando
que, guiados
por Maria,
sigamos na
missão com
os olhos
fixos em
Jesus
Cristo.
Portanto,
amado, amada
de Deus,
Maria faz a
moldura e o
contorno do
documento de
Aparecida,
ou seja,
abre e
começa,
fecha e
termina. E
no interior
deste
documento,
Maria é
considerada
a imagem
esplêndida
da
conformação
ao projeto
de Deus. Em
Maria, diz
ainda
Aparecida, é
refletida a
mensagem
essencial do
evangelho.
Mas, amado,
amada de
Deus, a mais
linda
expressão de
Aparecida
para definir
Maria é a
de:
“discípula
mais
perfeita do
Senhor” e
de: “imagem
perfeita da
discípula
missionária”.
Maria é
discípula
missionária
de Jesus,
como a
igreja, como
nós, eu e
você, amado,
amada de
Deus, somos
discípulos
missionários.
Maria é a
grande
discípula
missionária
e
continuadora
da missão de
seu Filho,
Jesus, e
formadora de
missionários.
É por isto
que, neste
documento,
somos
chamados a
permanecermos
na escola de
Maria.
Aparecida
fala que a
igreja
precisa de
um novo
Pentecostes.
Pois bem,
Maria é
chamada a
preparar os
corações dos
discípulos,
de ontem e
de hoje,
para o
derramamento
e o
recebimento
dos dons do
Espírito
Santo, como
no dia de
Pentecostes.
Reze por
nós, amado,
amada de
Deus. De
Brasília, o
meu
carinhoso
abraço. Um
bom dia e
fique com
Deus.
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães