Hoje,
primeira
sexta-feira
de agosto,
há muitas
comunidades
cristã
celebrando a
festa do seu
Padroeiro,
Jesus, Bom
Jesus,
Senhor do
Bonfim. Para
bater de
frente com a
crendice e a
superstição
de que
agosto é o
mês do
desgosto,
agosto é
tradicionalmente
o mês
vocacional.
Nesta semana
celebramos a
vocação da
família.
Para mim é
sempre uma
alegria
redobrada vê
comunidades
que celebram
Jesus. A
festa de
hoje é a
festa do
coração do
mistério de
Jesus: a sua
transfiguração,
ou seja, a
passagem do
humano ao
divino.
Transfigurar
significa
mudar de
semblante,
tornar-se
brilhante,
reluzente,
iluminado.
Qual é o
motivo da
transfiguração
de Jesus,
amado, amada
de Deus?
Jesus, na
montanha, no
monte Tabor,
se
transfigura
porque
contempla de
perto o Pai,
a sua
presença, o
seu rosto, a
sua voz. Ao
contemplar o
Pai, Jesus
se
transfigura.
A luz do
rosto do Pai
o ilumina, a
presença do
Pai o
transforma,
a voz do Pai
o
transfigura.
Seu rosto se
torna
brilhante e
reluzente
como as
estrelas do
céu.
Ele é o
Filho amado
do Pai ao
qual devemos
escutar!
Quando você
escutar hoje
a Palavra de
Deus que o
proclama
Filho dileto
ou predileto
do Pai você
a escutá-lo,
qual será a
sua primeira
reação e
resposta?
Virar para
outro lado e
fingir que
não escutou
ou escutá-lo
de verdade?
Escutar aqui
tem sentido
de segui-Lo.
Na cena
também
aparecem as
figuras de
Moisés e
Elias,
grandes
testemunhas
da esperança
de Israel.
Como não há
rosa sem
espinho, não
há espinho
sem flor,
não há trigo
sem
A sugestão
que deu
Pedro,
encantado
com a
transfiguração
de Jesus, é
bem-vinda
para nós.
Nós também
queremos
construir
três tendas:
uma em suas
mãos, outras
aos seus pés
e outra, por
fim, em seu
lado
perfurado
pela lança,
e ali
descansar da
agitação e
do estresse
do mundo
moderno; ali
dormir,
curtir,
comer,
beber, rezar
inebriar-se
e viver. É
bom estar
ali.
Um bom dia e
fique com
Deus.
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães