Estou aqui
em Brasília,
participando
da
Assembleia
Geral da
CBBB. Hoje
quero
homenagear,
antecipadamente,
todas as
mães, pela
passagem do
seu dia,
domingo
próximo, dia
nove de
maio. Parece
até um lugar
comum falar
de mãe. Todo
mundo fala,
todo mundo
elogia, todo
mundo
promete
mundos e
fundos. Todo
mundo fatura
com o dia
das mães.
Quanta
propaganda!
Quanta
apelação! O
que não sei
é se todo
mundo
respeita,
atende,
obedece e
cuida da sua
mãe como se
cuida de um
tesouro.
O dia das
mães no
Brasil, como
de resto em
todos os
países do
mundo, é uma
data móvel.
Aqui no
Brasil é
celebrado no
segundo
domingo de
maio. Esta
determinação
foi dada por
decreto pelo
então
presidente
Getúlio
Vargas, em
1932.
Certamente
daquele
tempo para
hoje, a
forma de
celebrar o
dia das mães
mudou muito.
Hoje,
estamos
vivendo a
era do
consumismo.
E na era do
consumismo
tudo vira
presente
ideal para
as mães.
Nesta época
do ano toda
mãe deve
ganhar
presente. A
grande mídia
é quem
decide o
presente que
você deve
dar a sua
mãe e não as
suas
condições
social e
econômica e
as da sua
mãe. O que
sua mãe vai
fazer com um
carro do
ano, com um
celular ou
um
computador
de última
geração, se
ela não sabe
dirigir, nem
digitar e se
onde ela
morar nem
energia
elétrica
tem? Não sei
se elas vão
receber de
fato estes
presentes
que a mídia
acha que
elas devem
receber.
Será que
este é o
melhor
presente
para a sua
mãe? Quem
paga a
conta?
O certo
mesmo,
amado, amada
de Deus, é
que sem mãe
não há vida
humana e nem
se vive. As
inocentes e
difíceis
perguntas
que as
crianças
fazem:
“mamãe, de
onde eu
vim?” “Como
eu nasci?” -
acho que
todos nós a
fizemos
quando
éramos
crianças -,
reflete bem
este estado
de ânimo
humano com
relação a
nossa mãe.
Na verdade,
ao mesmo
tempo em que
são
perguntas,
são já
respostas:
“vim de
você, nasci
de você,
minha mãe!”
“Nasci da
união da
sementinha
do papai
plantada na
barriga da
mamãe”.
Quais seriam
então,
amado, amada
de Deus, os
presentes
ideais para
todas as
mães? Eu,
pessoalmente,
acho que é a
oração. Acho
também que
são bons
presentes o
respeito, o
amor, a
obediência,
não fazer
sofrer
tanto,
ajudá-las
nas suas
necessidades,
doenças e
velhice.
Estes e
outros
presentes
imateriais e
espirituais
são
preferíveis
aos
presentes
simplesmente
materiais.
Daqui de
Brasília,
envio,
antecipadamente,
uma bênção
para todas
as mães. Um
bom dia e
fique com
Deus.
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães