Amado, amada
de Deus,
tenho sede
de brincar
nas festas
juninas!
Com certeza
as festas
juninas já
estão
embalando a
massa em
muitas das
nossas
comunidades.
Antonio,
João, Pedro
e Paulo são
santos que
casam,
restituem
algo
perdido,
batizam,
aquecem os
corações nas
fogueiras,
possuem as
chaves do
céu e mandam
chuvas,
enchem as
barrigas com
comidas e
bebidas
típicas,
ajudam a
sonhar com
tantas
simpatias,
fazem do mês
de junho uma
explosão de
cores, fé e
alegria:
balões,
quentões,
fogueiras,
sanfonas,
zabumbas,
bandeirinhas,
mastros,
quadrilhas,
forró,
trajes
típicos,
casamentos
de matutos
etc, etc,
etc...
A esta
altura do
campeonato,
muita gente
já preparou
o seu arraiá:
já comprou a
roupa e o
chapéu de
matuto,
enfeitou a
rua ou a
casa com
bandeirolas,
ensaiou os
passos da
quadrilha,
tirou as
lenhas para
as fogueiras
e preparou
as comidas
típicas...
Falta ainda
escolher as
brincadeiras
para animar
a festa
junina da
comunidade,
da escola ou
mesmo em
casa de
amigos.
Quando eu
era criança
adorava as
brincadeiras
das festas
juninas.
Acho que
toda criança
é assim como
eu. Você
deve se
lembrar das
brincadeiras
que animavam
as festas
juninas da
sua
comunidade.
É só puxar
pela
memória. Eu
me Lembro de
cor de
apenas
algumas
brincadeiras
engraçadas,
divertidas e
educativas:
boliche,
cadeia,
corrida do
ovo na
colher,
corrida do
saco,
corrida com
os pés
amarrados,
corrida do
saci ou dos
sapatos,
dança da
laranja,
danças das
cadeiras,
derruba
altas, jogos
das argolas,
pesca da
maçã,
correio
elegante,
caça ao
objeto. Sem
contar com o
compadrio:
padrinhos e
madrinhas de
fogueira,
adivinhar o
futuro; a
experiência
de
casamentos
na bacia com
água e com
os carvões
da fogueira,
na palha da
bananeira...
No meu
tempo,
amado, amada
de Deus,
como era bom
“são João”
na roça. Não
sei como é
hoje. Tudo
está mudado,
inclusive as
formas
tradicionais
das
diversões
nordestinas.
Você, amado,
amada de
Deus, se
lembra de
outras
brincadeiras
juninas?
Então,
capriche
para que a
sua festa
junina seja
animada e
faça
sucesso.
Um
bom dia é
fique com
Deus!
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães