Amado, amada
de Deus,
tenho sede
de Anchieta!
Festeja-se
hoje o
fundador da
cidade de
São Paulo, a
maior
metrópole do
Brasil: o
bem-aventurado
padre José
de Anchieta.
Um dia deste
me encontrei
com o
postulador
da causa de
canonização
de Anchieta
e perguntei
a ele por
que o seu
processo não
anda, e ele
me
respondeu:
falta um
milagre!
Falta um
milagre,
amado, amada
de Deus.
Deve-se
lembrar que
Anchieta não
foi um homem
qualquer,
mas o
catequista,
o
missionário,
o
evangelizador
e o apóstolo
do Brasil
junto aos
índios
guaranis,
desde São
Paulo até a
Bahia, nosso
Estado
vizinho.
Desde que
chegou ao
Brasil, em
l554,
Anchieta se
caracterizou
pela
criatividade
no método de
catequizar e
de
evangelizar
índios.
Consegui o
que poucos
conseguiram:
defender e
evangelizar
os índios. É
por isto que
ele é
chamado de:
“o pai dos
índios”, “o
apóstolo do
Brasil”.
Além de tudo
isto,
Anchieta era
ainda
letrado nas
Sagradas
Escrituras,
um exímio
poeta e
teatrólogo.
Neste
sentido,
Anchieta bem
que podia
ser invocado
e imitado
por nós que
vivemos
ainda
capengando
na arte de
catequizar,
evangelizar
e de
missionar.
Está
faltando
mesmo um
milagre na
nossa
catequese,
na nossa
evangelização
e na nossa
missão.
É uma pena
para nós
católico,
ainda não
termos
Anchieta
como modelo
de
seguimento e
testemunha
de
santidade.
Falta um
milagre. E
que milagre!
Mais do que
milagre está
faltando
consciência
da sua
importância
para o
nascimento
da fé em
nosso país.
Ele bem que
poderia ser
modelo para
a nossa
evangelização
e para a
nossa
missão.
Conseguiu
evangelizar
índio. E nós
não estamos
conseguindo
evangelizar
nem mesmo os
batizados.
Está de
fato, amado,
amada de
Deus,
faltando um
milagre. E
para que
este milagre
aconteça o
mais rápido
possível,
reze comigo,
amado, amada
de Deus, a
oração do
beato José
de Anchieta:
“Derramai,
Senhor,
sobre nós a
vossa graça,
a fim de
que, a
exemplo do
bem-aventurado
José de
Anchieta,
apóstolo do
Brasil,
sirvamos
fielmente ao
evangelho,
tornando-nos
tudo para
todos, e nos
esforcemos
em ganhar
para vós
nossos
irmãos no
amor de
Cristo.
Amém!”
Bem-aventurado
José de
Anchieta,
rogai por
nós!
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães