Amado, amada
de Deus,
tenho sede
de um
coração
agonizante!
Que sede
mais
estranha
esta! É
verdade,
amado, amada
de Deus, é
estranha
para quem
não conhece
a santa que
se comemora
neste dia:
Santa
Paulina do
Coração
Agonizante
de Jesus.
Santa
Paulina é
uma santa
que, mesmo
no céu,
nunca deixou
de ser mãe.
Por isso, é
ainda hoje
invocada com
o titulo de
Madre, que
quer dizer
mãe.
Enquanto
viveu o seu
coração
agonizava,
por duas
causas:
Primeiro,
por causa de
Jesus:
“Madre
Paulina do
Coração
Agonizante
de Jesus”:
“Coração
Agonizante”,
amado, amada
de Deus, por
causa de
Jesus: como
o Coração de
Jesus está
continuamente
se
sacrificando
em nossos
altares, por
cada um de
nós, o
coração de
Madre
Paulina está
agonizante
por Jesus.
Todo o seu
sofrimento
foi
suportado, a
fim de que
Jesus fosse
conhecido,
amado e
adorado por
todos e em
todo o
mundo.
Segundo,
por causa do
irmão e da
irmã:
“Madre
Paulina do
Coração
Agonizante”:
“Coração
Agonizante”,
amado, amada
de Deus, é o
nome
espiritual
de Madre
Paulina, a
primeira
santa
ítalo-brasileira.
Mas bem que
poderia ser
símbolo de
vida para
cada um de
nós, pois,
afinal, o
coração
humano, por
diversos
motivos,
está
agonizando.
Quem não
sente
agonia,
levante a
mão!
De Santa
Paulina, ou
como é mais
conhecida,
de Madre
Paulina
aprendemos,
sobretudo, a
sermos
pessoas de
oração,
humildes e
de muitas
caridades,
principalmente
para com os
doentes e
deficientes.
Ela também
foi doente e
deficiente.
Por causa de
diabete,
Madre
Paulina
amputou o
braço
direito e
fiou
totalmente
cega. Por
isso, ela é,
amado, amada
de Deus,
protetora
das pessoas
com
deficiências
físicas,
mentais,
psíquicas,
espirituais
e morais.
Durante o
arco da sua
vida, Madre
Paulina se
ocupou,
particularmente,
das crianças
órfãs, dos
filhos de
escravos e
dos escravos
idosos e
doentes.
Como uma mãe
ela cuida
mais dos
filhos
pequenos até
que eles
cresçam;
cuida mais
dos filhos
doentes até
que eles
fiquem bons;
cuida mais
dos filhos
ausentes até
que eles
voltem para
casa. É por
causa deles
que o
coração de
Madre
Paulina
agoniza.
Ao morrer,
em nove de
julho de
1942,
pronunciou
estas
últimas
palavras:
“seja
feita a
vontade de
Deus!”
E seja
mesmo,
amado, amada
de Deus,
seja feita a
vontade
Deus.
Um bom dia e
fique com
Deus!
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães