Estamos
ainda
iluminados
pela páscoa
da
ressurreição
de Jesus
que, por
sinal. no
cristianismo,
é algo
constante e
contínuo: o
domingo é a
páscoa
semana.
Durante este
período
somos
convidados a
contemplar
os sinais
pascais
espalhados
por todo o
orbe
terrestre, a
começar pela
natureza até
chegar ao
Deus da
vida. Sinais
de vida –
diríamos nós
– porque
sinais de
morte são
mais
visíveis e
estão muito
mais
presentes no
nosso
dia-a-dia do
que podemos
imaginar e
supor. Não
podemos
negar e nem
fechar os
olhos diante
de tantos
sinais de
morte em
cada esquina
da vida. O
perigo de
morte é
constante. A
falta de
amor, de
calor, de
humor, de
paixão está
cegando aos
sinais de
vida. Mas o
que não
podemos é
ficar só
focando
neles,
contemplando-os,
alimentando-nos
deles. Ao
lado de uma
série de
sinais de
morte,
amado, amada
de Deus, há
também uma
série de
sinais de
vida, de
sinais de
páscoa, de
sinais de
Deus.
Um grande
cientista
disse
recentemente
que existe
vida fora da
terra.
Imagine na
terra, o
único
planeta que
possui todas
as condições
indispensáveis
à vida,
quantos
sinais de
vida
existem!
Veja, amado,
amada de
Deus, sinais
de vida nos
quatro
elementos,
pais e mães
da vida: a
água, o
fogo, a
terra e o
ar.
Veja sinais
de vida no
sorriso de
uma criança,
no olhar de
um
adolescente,
no semblante
de um
adulto, no
rosto de
ancião. Veja
sinais de
vida nas
cores da
natureza, na
beleza do
universo, na
imensidão do
espaço
sideral.
Veja sinais
de Deus nas
cantigas dos
poetas, nas
palavras dos
profetas,
nas
mensagens
dos
artistas.
Por isso,
amado, amada
de Deus,
quero
convidar
você a dar
uma volta
pelo seu
habitat
natural e
comigo
descobrir e
contemplar
os sinais de
vida que
Deus nos
oferece.
Jesus, no
evangelho de
João 10,10,
fácil de
decorar, faz
uma
releitura do
livro do
Gênesis, e
diz: “eu
vim para que
todos tenham
vida e a
tenham em
abundância”.
A vida que
trouxe
Jesus, além
de ser vida,
é vida em
abundância.
Daqui de
Brasília, um
abraço
fraterno,
cheio de
sinais de
vida. Um bom
dia e fique
com Deus.
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães