Amado, amada
de Deus,
tenho sede
de amor e de
amar!
Numa época
como a nossa
em que o
amor anda
meio
escasso, me
veio em
mente uma
história que
li
recentemente
sobre o amar
e o amor.
Diz a
história:
“Um esposo
foi visitar
um sábio
conselheiro
e disse-lhe
que já não
amava mais
sua esposa e
que pensava
em
separar-se
dela. O
sábio
escutou-o,
olhou-o nos
olhos e
disse-lhe
apenas uma
palavra:
Ame-a! E
logo se
calou. Mas
já não sinto
nada por
ela! Ame-a!
Disse
novamente o
sábio.
E diante do
desconcerto
do esposo,
depois de um
breve
silencio,
disse-lhe o
seguinte: -
Amar é uma
decisão, não
apenas um
sentimento;
amar é
dedicação e
entrega.
Amar é um
verbo e o
fruto desta
ação é o
amor. O amor
é
substantivo,
um exercício
de
jardinagem:
arranque o
que faz mal,
prepare o
terreno,
semeie, seja
paciente,
regue e
cuide.
Esteja
preparado
porque
haverá
pragas,
secas ou
excessos de
chuvas, mas,
nem por
isso,
abandone o
seu jardim,
Ame seu par,
ou seja,
aceite-o,
valorize-o,
respeite-o,
dê afeto e
ternura,
admire e
compreenda-o.
Isto é tudo.
Ame,
simplesmente,
ame! A
inteligência
sem amor te
faz
perverso. A
justiça sem
amor te faz
implacável.
A diplomacia
sem amor te
faz
hipócrita. O
êxito sem
amor te faz
arrogante. A
riqueza sem
amor te faz
ávaro. A
docilidade
sem amor te
faz servil.
A pobreza
sem amor te
faz
orgulhoso. A
beleza sem
amor te faz
fútil. A
autoridade
sem amor te
faz tirano.
O trabalho
sem amor te
faz escravo.
A
simplicidade
sem amor te
deprecia. A
oração sem
amor te faz
introvertido
e sem
propósito. A
lei sem amor
te
escraviza. A
política sem
amor te
deixa
egoísta. A
cruz sem
amor se
converte em
tortura. A
vida sem
amor não tem
sentido.”
Um bom dia e
fique com
Deus!
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães