Estamos
todos nos
preparando
para a festa
do Divino
Espírito
Santo,
também
chamado de
Pentecostes.
Pentecostes
significa
50. 50 dias
após a
páscoa é a
data em que
a igreja
celebra a
descida do
Espírito
sobre os
apóstolos.
Neste dia a
igreja
celebra o
seu
nascimento.
A igreja se
tornou
igreja com a
ressurreição
de Jesus e
com o envio
do Espírito
Santo.
Hoje, neste
segundo dia
do Congresso
Eucarístico,
é também o
primeiro dia
da novena de
Pentecostes.
Fiquei muito
feliz quando
da minha
viagem à
Terra Santa
pude
celebrar a
eucaristia e
renovar
minhas
promessas
episcopais
no Cenáculo,
lugar onde
Deus
reservou
para Jesus
celebrar a
última ceia
e o Espírito
Santo descer
sobre os
apóstolos e
Maria, no
dia de
Pentecostes.
É
impressionante
como a
Igreja ainda
hoje se
alimenta da
eucaristia e
dos dons do
Espírito
Santo. O
documento de
Aparecida
afirma, com
toda
convicção,
que a Igreja
precisa de
um novo
Pentecostes
que a livre
do cansaço e
da
estagnação e
a empurre
para a
missão. E o
Congresso
Eucarístico
vem como
esta
proposta:
“eucaristia,
pão da
unidade dos
discípulos
missionários”.
A eucaristia
é o pão dos
caminhantes,
dos que
fazem de
suas vidas
uma
constante
procissão,
dos que
partem em
romaria, em
missão.
Fiquei
impressionado
quando vi um
barco-hospital
atolado na
selva
Amazônica.
Fiquei
matutando
por vários
dias com que
comparar
esta imagem.
Até que
achei uma
imagem
similar a
daquele
barco
encalhado,
sem poder se
rebocado,
por falta de
água.
Pareceu-me
com a imagem
de uma
família em
que todos os
seus membros
estão
encalhados,
amarrados e
atolados em
seus
problemas.
Cada um com
sua cruz,
com sua dor,
com sua alma
ferida. Cada
um cuidando
de si mesmo,
da sua
própria
sobrevivência.
Pentecostes,
amado, amada
de Deus, é
exatamente o
contrário: a
família de
Deus, os
apóstolos,
Maria e os
representantes
de todos os
povos,
receberam os
dons do
Espírito
Santo, para
desatar os
nós do medo,
abrir as
portas
fechadas,
levar a
ouvir a
palavra e a
entender na
sua própria
língua,
enviar todos
em missão. A
família de
Deus, a
igreja, que
estava
encalhada
como aquele
barco da
Amazônia,
foi sacudida
pelas
labaredas do
fogo do
Espírito
Santo, e se
dispersou na
missão.
Quem somos
nós para ir
contra o
Espírito
Santo?
De
Brasília,
um fraterno
abraço para
todos. Um
bom dia e
fique com
Deus.
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães