Hoje
celebraremos
o terceiro
dia do 16º
Congresso
Eucarístico
Nacional,
aqui em
Brasília.
“Eucaristia,
pão da
unidade dos
discípulos
missionários.
Fica
conosco,
Senhor”! –
Eis o seu
tema e o seu
lema.
Há uma
piadinha
gostosa de
ouvir e,
como é
função da
piada fazer
rir, pensar
e agir, esta
faz tudo
isto: faz
rir, pensar
e agir.
Contam que
um dia, lá
no começo do
mundo, Deus
perguntou
aos
fenícios:
“vocês
querem
mandamentos”?
E eles
perguntaram:
o que é
isto? Dê-nos
um exemplo.
E Deus
disse: “não
matar”. Eles
responderam:
“não
queremos
não. Aqui
estamos
cercados de
inimigos. É
impossível
viver sem
matar”.
Então, Deus
perguntou
aos
egípcios:
vocês querem
mandamentos?
Eles também
perguntaram:
o que é
isto? Dê-nos
um exemplo.
E Deus
disse: “não
roubar”.
Eles
responderam:
“não
queremos
não. A nossa
economia é
baseada no
roubo. Não
podemos
viver sem
roubar.
Então Deus
se dirigiu
aos hebreus
e
perguntou-lhes:
vocês querem
mandamentos?
Eles não
perguntaram
o que era
isto, mas o
quanto
custa? Deus
disse: é de
graça. E
eles
responderam:
pois, então,
nos dê dez.
Brincadeira
à parte,
amado, amada
de Deus,
esta piada é
uma
explicação
não somente
para origem
dos
mandamentos,
mas,
sobretudo,
na
explicação
das áreas de
interesse
dos povos de
todos os
tempos, de
todas as
raças.
Muitos
querem um
Deus ou uma
religião que
não
interfira na
sua forma de
pensar e de
viver. Um
Deus que
nada proíba
e tudo
permita. De
fato, tem
gente que
não quer
mandamentos
porque os
mandamentos
proíbem
matar e diz
que não pode
viver sem
matar. Tem
gente que
não quer
mandamentos
porque eles
proíbem
roubar e diz
que não
sobrevive
sem roubar.
Por fim, tem
gente que
quer
mandamentos
se for de
graça porque
para este
tipo de
pessoa tudo
é questão de
dinheiro. Os
judeus tem a
fama de
gostar de
dinheiro.
Mas será que
é só eles? A
teologia da
prosperidade
está ai
arrastando
multidões a
adorarem ao
um Deus
banqueiro. A
CF 2010 nos
lembrou:
“vocês não
podem servir
a Deus e ao
dinheiro”.
De Brasília,
o meu grito
de alerta:
“livres e
iguais” –
para todos.
Um bom dia e
fique com
Deus.
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães