Amado,
amada de
Deus, hoje
estou de
volta ao meu
aconchego.
Depois de 10
dias de
assembléia e
de quatro
dias de
Congresso
Eucarístico,
voltar para
casa, tomar
um banho,
tirar os
sapatos,
botar uma
bermuda,
comer aquela
comidinha
caseira,
descansar um
pouco na
minha cama,
não existe
nada igual.
É bom
viajar, é
bom
participar
de encontros
e de
eventos, mas
amado, amada
de Deus, é
também
exigente,
empenhativo
e cansativo.
Vale pela
convivência,
amizade e
fraternidade.
Vale também
pelo
aprendizado,
pela
animação,
pela
participação
e pelas
decisões
pastorais
tomadas.
Vale por
tudo isto e
por muito
mais...
Mas bom
mesmo é
voltar para
casa. Bom
mesmo é
retomar as
rédeas da
missão
diocesana.
Saudade de
casa.
Saudade de
você, amado,
amada de
Deus.
Saudade,
esta
estranha
palavra que
só existe no
português.
Os outros
povos tem
nostalgias.
Nós também
temos
nostalgias.
Mas temos
também
saudade.
Saudade e
nostalgias
juntas.
É comum
ouvir falar
em matar
saudade. E
eu sempre
digo: não é
bom matar a
saudade.
Saudade não
se mata. É
pecado matar
saudade.
Saudade se
curte, se
vive.
Saudade é
coisa boa de
se curtir,
de se viver.
Você, amado,
amada de
Deus tem
saudade de
que e de
quem? Tem
nostalgia de
que e de
quem? Vamos
fazer um
elenco das
nossas
saudades e
nostalgias.
Diga ai
quais são as
suas
saudades e
nostalgias.
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães