Nestes dias,
saiu uma
notícia que
se não fosse
trágica,
seria
importante
refletir
sobre ela.
Segundo
dados da
Santa Sé, os
cristãos se
tornaram o
grupo
religioso
mais
perseguido e
mais
discriminado
no mundo. Em
todas as
partes do
mundo e
quase todo
dia houve-se
falar de
discriminação,
intolerância,
violência e
assassinatos
de cristãos.
Proibições
de materiais
religiosos,
leis
discriminatórias,
restrições
de liberdade
de
expressões,
interferências
na autonomia
organizativa
também são
notícias
comum de se
ouvir.
Segundo
ainda esta
pesquisa,
existem
atualmente,
em todo o
mundo, mais
de 200
milhões de
cristãos,
pertencentes
a confissões
diferentes,
discriminados
e
perseguidos,
onde são
minoria, mas
também onde
são maioria.
A pergunta
que se pode
fazer,
amado, amada
de Deus, é
por que os
cristãos são
perseguidos?
E a resposta
é muito
simples:
perseguição
é o novo
nome dos
cristãos. O
cristianismo
é a religião
de um
discriminado,
perseguido,
crucificado
e
assassinato:
Jesus
Cristo.
Jesus mesmo
havia dito:
perseguiam a
mim,
perseguirão
a vocês. A
perseguição
é sinal da
autenticidade
de
cristianismo.
Aquilo que
aconteceu
com Jesus
está
acontecendo
com os
cristãos.
Nós, diz
Paulo,
“proclamamos
Cristo
crucificado,
escândalo
para os
judeus, e
loucura para
os pagãos.
Mas para os
que são
chamados,
tanto judeus
como gregos,
Cristo é
poder de
Deus e
sabedoria de
Deus” (1Cor
1,23-24).
Diferentemente
das outras
religiões e
do
paganismo, o
cristianismo,
amado, amada
de Deus, não
é a religião
de um livro
ou de uma
doutrina. O
cristianismo
é a religião
de uma
pessoa. O
cristianismo
é Jesus
Cristo, o
Filho de
Deus,
encarnado em
uma cultura,
que viveu em
uma terra,
em um lugar
determinado
e em um
tempo
determinado,
que falou
uma língua
determinada;
e que morreu
crucificado.
Por isso, é
fácil
perceber que
existem
várias
cruzes: a
cruz que
carregou
Jesus Cristo
e as cruzes
que carregam
os cristãos.
Sem a cruz
não se é
cristão e
nem há
redenção.
Um bom dia e
fique com
Deus!
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães