Amado, amada
de Deus,
tenho sede
de árvore
boa que
produza
frutos bons!
Jesus,
amado, amada
de Deus, o
maior sábio
da arte de
criar
imagens
relativas à
vida rural,
no evangelho
de hoje,
narrado por
Mateus
7,15-20,
para falar
da
autenticidade
da vida,
recorre a
uma lei da
natureza que
se pode
aplicá-la
muito bem à
nossa vida.
Diz Jesus
que “é pelos
frutos que
se conhece
uma árvore:
uma árvore
boa não
produz
frutos ruins
e nem uma
árvore ruim
produz
frutos
bons”. Está
inscrito no
DNA de cada
árvore: cada
plana só
produz o que
foi
estabelecido
por Deus no
ato da
criação.
Você nunca
viu, amado,
amada de
Deus, um
cajueiro dá
umbu e nem
um umbuzeiro
dá caju.
Você nunca
viu um pé de
abóbora dá
tomate e nem
um tomateiro
dá abóbora.
Mandioca só
dá mandioca,
feijão só dá
feijão,
milho só dá
milho, arroz
só dá arroz,
espinheiro
só dá
espinho,
carrapicheiro
só dá
carrapicho...
A árvore que
produz maus
frutos não é
boa árvore.
Árvore boa
produz
frutos bons.
Jesus,
amado, amada
de Deus, não
está falando
de árvores e
nem para as
árvores.
Está falando
de gente e
para gente.
Na vida
também é
assim.
Sabemos
disso,
porém, pouco
levamos em
consideração
no nosso
dia-a-dia:
na árvore da
vida só
produzimos
aquilo que
somos. A
pessoa que
produz
frutos ruins
não é uma
pessoa boa.
Pessoa boa
produz
frutos bons.
Porém tem
gente por ai
querendo
produzir
frutos sem
ser árvore
boa; tem
gente
tentando
produzir
frutos que
não é da
índole. Mas
não adianta
tentar. Ou
se é ou não
se produz
frutos. Não
adiante se
querer
produz
frutos de
outra
natureza se
não somos
desta
espécie. Não
adiante
querer
produzir
frutos de
bondade que
não é bom de
coração. Não
adiante
querer
produzir
frutos de
santidade
quem não é
santo. Não
adianta
querer
produzir
frutos
missionários
quem não é
missionário.
Primeiro se
é, depois se
produz
aquilo que
se quer
produzir.
Este tipo de
atitude tem
nomes:
incoerência,
hipocrisia,
duplicidade
de vida;
numa
palavra:
falso
profeta...
Falando
nisso, me
lembrei que
minha mãe
dizia que há
um pau para
tudo e outro
para nada.
Segundo ela
nós, às
vezes,
éramos paus
para tudo e
outras vezes
éramos paus
para nada.
Você, amado,
amada de
Deus, que
tipo de
árvore é?
Que tipo de
fruto
produz? Bons
ou ruins,
doces ou
azedos?
Pense.
Um bom dia e
fique com
Deus!
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães