åInicial

 
     23/06/2010
      Núcleo Diocesano de Comunicação - NDC
      Contato: ndc@diocesedesaoraimundo.com.br
D
 

TENHO SEDE DE ÁRVORE BOA QUE PRODUZA FRUTOS BONS

 
 

 

Amado, amada de Deus, tenho sede de árvore boa que produza frutos bons!

 Jesus, amado, amada de Deus, o maior sábio da arte de criar imagens relativas à vida rural, no evangelho de hoje, narrado por Mateus 7,15-20, para falar da autenticidade da vida, recorre a uma lei da natureza que se pode aplicá-la muito bem à nossa vida. Diz Jesus que “é pelos frutos que se conhece uma árvore: uma árvore boa não produz frutos ruins e nem uma árvore ruim produz frutos bons”. Está inscrito no DNA de cada árvore: cada plana só produz o que foi estabelecido por Deus no ato da criação. Você nunca viu, amado, amada de Deus, um cajueiro dá umbu e nem um umbuzeiro dá caju. Você nunca viu um pé de abóbora dá tomate e nem um tomateiro dá abóbora. Mandioca só dá mandioca, feijão só dá feijão, milho só dá milho, arroz só dá arroz, espinheiro só dá espinho, carrapicheiro só dá carrapicho... A árvore que produz maus frutos não é boa árvore. Árvore boa produz frutos bons.

Jesus, amado, amada de Deus, não está falando de árvores e nem para as árvores. Está falando de gente e para gente. Na vida também é assim. Sabemos disso, porém, pouco levamos em consideração no nosso dia-a-dia: na árvore da vida só produzimos aquilo que somos. A pessoa que produz frutos ruins não é uma pessoa boa. Pessoa boa produz frutos bons. Porém tem gente por ai querendo produzir frutos sem ser árvore boa; tem gente tentando produzir frutos que não é da índole. Mas não adianta tentar. Ou se é ou não se produz frutos. Não adiante se querer produz frutos de outra natureza se não somos desta espécie. Não adiante querer produzir frutos de bondade que não é bom de coração. Não adiante querer produzir frutos de santidade quem não é santo. Não adianta querer produzir frutos missionários quem não é missionário. Primeiro se é, depois se produz aquilo que se quer produzir.

Este tipo de atitude tem nomes: incoerência, hipocrisia, duplicidade de vida; numa palavra: falso profeta...

Falando nisso, me lembrei que minha mãe dizia que há um pau para tudo e outro para nada. Segundo ela nós, às vezes, éramos paus para tudo e outras vezes éramos paus para nada.

Você, amado, amada de Deus, que tipo de árvore é? Que tipo de fruto produz? Bons ou ruins, doces ou azedos?

Pense.

Um bom dia e fique com Deus!

 

 Por Dom Pedro Brito Guimarães

 

 
 

DOM PEDRO BRITO GUIMARÃES

BISPO DIOCESANO

 

 

Copyright ©2007-2010 Diocesedesaoraimundo.com.br

Desenvolvido por: viasaoraimundo.com.br - Fone: (89) 9407-0226