Como estamos
todos
empenhados e
voltados
para as
questões
religiosas,
por conta
das
festividades
de São
Raimundo
Nonato; e
como
estarmos
pouco lendo
jornais,
vendo
televisão,
assistindo
aos
programas
políticos,
acompanhando
os debates
por onde
eles estão
acontecendo,
é de se
pensar e de
se esperar
que estamos
todos de
braços
cruzados
para as
questões
socais e
políticos.
“Cruzar os
braços” é
uma
expressão
muito comum
de se ouvir,
uma ação
muito fácil
de ser
realizada,
uma atitude
de vida
muito fácil
de ser
praticada:
passividade,
indiferença,
descompromisso...
Não podemos,
em nome do
religioso,
deixar de
exercer a
vigilância,
a profecia e
a
cidadania.
As
festividades
de são
Raimundo
trazem,
todas as
noites, a
sociedade
toda para
junto do
altar não
para
justificar o
status quo
das
entidades,
mas para
chamá-las em
causa,
convidá-las
à reflexão,
à oração e
ao
compromisso,
seja
religioso,
que social.
Embora seja
uma gota de
água diante
dos
desafios,
mas traz
alentos de
esperança em
virtude de
um mundo
melhor para
todos.
Afinal,
nunca a
igreja e a
sociedade
devem cruzar
os braços”,
em dia
nenhum e em
hipótese
nenhuma.
Que bom ver,
amado, amada
de Deus,
pela
primeira
vez, os
canais de
inspiração
católica,
rádios,
televisões,
site,
jornais e
outros
meios,
abrirem
espaço para
um debate
fraco e
direto com
os
candidatos
mais bem
posicionados
nas
pesquisas
eleitorais
para que
eles ou elas
mostrem ao
Brasil e ao
povo
brasileiro o
rosto, o
pensamento e
o coração,
bem como as
propostas
que desejam
implantar em
prol deste
mesmo povo.
A Igreja não
pode ficar à
margem, como
mera
espectadora
deste
processo
eleitoral,
quando o
destino da
Nação
Brasileira
será
colocado nas
mãos de
homens e
mulheres que
se colocaram
para servir
ao bem
comum.
Esse tipo de
debate
oferece
elementos
extremamente
válidos aos
eleitores,
para o
discernimento
e a escolha
livre e
consciente.
Temas como
aborto,
família,
meio
ambiente,
exposição de
símbolos
religiosos
em locais
públicos,
saúde,
educação,
emprego,
segurança
pública,
liberdade de
imprensa,
reforma
agrária etc
tiveram
lugar de
destaque no
referido
debate.
É preciso
que
jornalistas,
políticos,
economistas,
sociólogos,
estudantes,
agentes
pastorais e
eleitores
perguntem a
estes
candidatos:
“onde estão
nossos
direitos? É
preciso
também que
se diga a
estes
candidatos:
“voto
vendido,
povo
vencido”,
“voto não
tem preço,
tem
conseqüências”.
Portanto, é
a Igreja,
por meio das
emissoras de
inspiração
católica,
incluída e
não excluída
do processo
de escolha
da próxima
pessoa que
ocupará a
cadeira da
Presidência
da
República.
Um bom dia e
fique com
Deus!
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães