Amado,
amada de
Deus, tenho
sede de
visita!
Encerra-se
hoje, com
solenidade,
o mês de
maio cujo
nome, apesar
das
controvérsias,
deriva do
nome de uma
deusa
romana, a
deusa da
fertilidade.
Mas para
nós,
católico,
maio é o mês
de Maria, a
mãe de
Jesus.
Trinta e um
dias de pura
emoção,
reflexão,
oração. Por
isso, a
igreja
conclui este
mês
convidando-nos
a contemplar
uma das
cenas
bíblicas
mais
marcantes
das
primeiras
paginas do
cristianismo:
a visita de
Maria a sua
prima
Isabel.
Duas
mulheres
grávidas e
duas
crianças se
encontram.
Encontro que
transforma
vidas.
Encontro que
evangeliza
vidas.
Encontro que
se
eternizara e
se tornou
evangelho.
Deste
encontro
nascem
algumas
preciosidades
que marcarão
para sempre
a vida
cristã:
Isabel ficou
cheia do
Espírito
Santo; o seu
filho, João
estremeceu
de alegria
no seu
ventre;
Maria foi
chamada pela
primeira vez
de “Mãe do
Senhor”;
Maria cantou
pela
primeira vez
o
magnificat.
A inspiração
de Isabel é
repetida
toda vez que
se reza o
“santa
Maria; e a
inspiração
de Maria é
repetida
pela boca de
quem reza:
“a minh´alma
engrandece o
Senhor...”
As duas
orações, ao
lado do
pai-nosso,
são as
orações mais
rezadas
pelos
cristãos
católicos.
Por isso,
amado, amada
de Deus, é
que hoje se
fala, se
valoriza e
se prioriza
muito as
visitas
missionárias
domiciliares.
A igreja
missionária
é a igreja
da
visitação,
assim como
fez Maria.
Quem faz e
quem recebe
visitas
missionárias
reproduz
esta página
bíblica que
acabo de me
referir.
Na verdade,
o visitador
foi o
próprio
Deus, como
diz
Zacarias, o
pai de João
Batista:
“Bendito
seja o
Senhor, Deus
de Israel,
porque
visitou e
libertou o
seu povo”.
Com certeza
ele estava
se referindo
também a
visita de
Deus a sua
casa, a sua
esposa, ao
seu filho.
Que nossa
Senhora da
visitação
nos visite
hoje e ajude
a nós,
igreja, a
fazermos o
mesmo: ser
visita de
Deus às
famílias nas
suas reais
necessidades.
Que Maria
nos a ajude
a ser a
igreja da
visitação.
Amém!
Um bom dia e
fique com
Deus!
Por Dom
Pedro Brito
Guimarães